quinta-feira, 8 de outubro de 2009

O PODER DA AROMATERAPIA

O poder terapêutico das essências aromáticas das plantas.

A Aromaterapia consiste em tratar as doenças com a ajuda de óleos extremamente concentrados extraídos dos vegetais. Esses extratos chamados essências ou óleos essenciais contêm as substâncias que dão perfume às plantas e, por isso, seu odor é a característica principal.

Os óleos essenciais são produzidos por minúsculas glândulas presentes nas pétalas, no caule, na casca e na madeira de numerosas plantas e árvores. Se, na natureza essas glândulas liberam os aromas das plantas de forma progressiva, quando aquecidas ou trituradas, elas explodem e liberam os odores com uma potência muito maior.

Para extrair o óleo essencial puro, recorre-se a um processo de destilação no vapor d’água. Se a essência é dissolvida no álcool ou em outro solvente, denomina-se essência absoluta. São menos puras que os óleos, porém conservam propriedades curativas interessantes.

Os usos dos óleos essenciais são múltiplos, mas eles são mais utilizados na unção da pele (massagem), podendo também ser inalados ou colocados na água de banho ou em compressas. Raramente são ingeridos. Certamente são mais eficazes quando inalados, pois provocam uma ação imediata no cérebro.

Aromaterapia

Não se deve pensar que a Aromaterapia não apresenta contra-indicações. Devem ser utilizados com precaução, pois podem causar irritação e alergia na pele.

Os aromaterapeutas utilizam cerca de 30 plantas e flores para tratar a maior parte dos problemas.

Os óleos essenciais são divididos em três categorias: os que tonificam o organismo e favorecem o bom humor; os que estimulam e regulam as principais funções do corpo; e os que têm um efeito calmante sobre o corpo e o espírito.

Alguns exemplos:

  1. Óleo de Camomila – refrescante. Indicado para dores de cabeça e depressão;
  2. Óleo de Cânfora – refrescante e estimulante. Indicado em resfriados, reumatismos, acne, insônia;
  3. Óleo de Cedro – sedativo. Usado para angústia, bronquite e tosse;
  4. Óleo de Limão – refrescante e estimulante. Para problemas circulatórios, hipertensão e acne;
  5. Óleo de Eucalipto – libera a cabeça. Indicado para edemas e dores musculares;
  6. Óleo de Gerânio – refrescante e antiespasmódico. Para problemas urinários e infecções virais;
  7. Óleo de Jasmim – relaxante e calmante. Serve para tratar apatia e pele seca;
  8. Óleo de Manjerona – fortificante. Indicado em enxaquecas, cólicas e equimoses;
  9. Óleo de Patchouli – relaxante. Indicado na depressão e pele seca.
  10. Óleo de Pimenta Cinza – estimulante. Usado em problemas digestivos, resfriados e diarréia;

Os óleos essenciais possuem propriedades anti-sépticas reconhecidas, como as da Lavanda e do Gerânio, que são eficazes contra infecções causadas por bactérias, vírus e fungos. São também apreciados pelas propriedades desintoxicantes do limão, alho, eucalipto e pelos efeitos calmantes junta à sensação de bem estar e harmonia que parecem produzir um efeito preventivo sobre as doenças.

Fonte: Orientacoesmedicas.com

sábado, 3 de outubro de 2009

USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS

Não é à toa que a mídia sempre retoma o assunto de jovens que usam anabolizantes veterinários para ficarem com um corpo mais atlético e acabam entrando em coma ou ainda, meninas tomam indiscriminadamente a pílula anticoncepcional de emergência afim de evitar a gravidez indesejada, sendo que o mais correto seria se prevenir dia-a-dia. Tomar medicamentos exige cuidados, o primeiro seria a prescrição médica. Não se deve tomar medicamentos sem que seu médico tenha indicado.
Conforme a Organização Mundial de Saúde, "há uso racional quando pacientes recebem medicamentos apropriados para suas condições clínicas, em doses adequadas às suas necessidades individuais, por um período adequado e ao menor custo para si e para a comunidade".
O uso irracional além de gerar custos ao paciente, que pode não estar sendo tratado da maneira mais adequada e assim levará mais tempo para a cura, também onera o sistema de saúde. Passa-se mais tempo tomando um medicamento desnecessário e não se consegue o efeito desejado. Na pior das hipóteses, o medicamento tomado de maneira inadequada pode até prejudicar o paciente.
Uso racional também implica na oferta de tratamentos, insumos e tecnologias com base nas melhores práticas terapêuticas e assistenciais, amparadas em evidências científicas seguras, estudos clínicos com resultados confiáveis, e que, principalmente, tenham sido avaliados pelas instâncias regulatórias e de fiscalização no País, no caso a Anvisa.
Por isso, o médico que prescreve também precisa estar atualizado com informações isentas de interesses da indústria farmacêutica. A prescrição também deve sempre vir acompanhada de uma orientação adequada, pois de nada adianta um paciente tomar determinado medicamento para pressão alta ou diabetes e não seguir outras orientações de cuidados com a saúde.
Com o intuito de incentivar o Uso Racional de Medicamentos, o Ministério da Saúde mantém uma lista de medicamentos essenciais (RENAME), coordena o Comitê Nacional para Uso Racional de Medicamentos, incentiva o ensino deste conteúdo nos cursos de graduação e pós-graduação, contribui para a divulgação de informações isentas de interesse privados e coordena programas que promovem o acesso aos medicamentos em todo o país.


Fonte: Ministério da Saúde

Farmácias e drogarias terão que garantir farmacêutico em tempo integral

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado do Maranhão Benilton Gonçalves, a Vigilância Sanitária Municipal e Estadual, o Conselho Regional de Farmácia (CRF-MA), o Sindicato dos Farmacêuticos, o Ministério Público Federal no Maranhão e o Procon, assinam nesta terça-feira, 31 de março, a partir das 11h, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) na Promotoria Especializada de defesa da saúde de São Luís. O TAC terá validade em São Luís e comprometem-se a garantir assistência farmacêutica em tempo integral das farmácias e drogarias, aumentando assim aumentando assim o número de farmacêuticos.
Apesar de obrigatória por lei, a presença de farmacêuticos nas farmácias de drogarias, nem sempre é cumprida. No âmbito dos municípios, cabe a vigilância sanitária estadual e municipal e o conselho de farmácia coordenar e executar a assistência farmacêutica. Mesmo assim, freqüentemente tem ocorrido irregularidades.
De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado do Maranhão Benilton Gonçalves, não existe um número suficiente de farmacêuticos para desenvolver o trabalho de assistência farmacêutica na capital."Hoje estamos com cerca de 450 farmácias e drogarias funcionando em São Luís, e o conselho de farmácias conta com aproximadamente 900 farmacêuticos registrados. O que queremos é que o conselho fiscalize e aplique punições para os farmacêuticos que não estão cumprindo sua carga horária de trabalho. Não sou contra a assistência farmacêutica, mas é necessário que a vigilância Sanitária Estadual e Municipal fiscalizem efetivamente a presença do farmacêuticos nas farmácias e drogarias ", afirma Benilton
A solenidade de assinatura será realizada na 12º Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Saúde, localizado na Av. Daniel de La Toche, Garden Shopping Lusitana - Elevado da Cohama, e será presidida pelo promotor Dr. Herbert Costa Figueiredo.


fonte: badaueonline

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Medicamentos Gerericos

1. O que são medicamentos genéricos?

O medicamento genérico é aquele que contém o mesmo fármaco (pincípio ativo), na mesma dose e forma farmacêutica, é administrado pela mesma via e com a mesma indicação terapêutica do medicamento de referência no país, apresentando a mesma segurança que o medicamento de referência no país, podendo este ser intercambiável. O Ministério da Saúde através da ANVISA, avalia os testes de bioequivalência entre o genérico e seu medicamento de referência, apresentados pelos fabricantes, para comprovação da sua qualidade.

2. O que são medicamentos similares?

Os similares são medicamentos que possuem o mesmo fármaco, a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica do medicamento de referência (ou marca), mas não têm sua bioequivalência com o medicamento de referência comprovada.

3. O que são medicamentos de referência?

São, normalmente, medicamentos inovadores, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente, por ocasião do registro junto ao Ministério da Saúde, através da ANVISA. São os medicamentos que, geralmente, se encontram há bastante tempo no mercado e tem uma marca comercial conhecida.

4. Como identificar os três tipos de medicamentos existentes no mercado brasileiro: os genéricos, os similares e os de marca?

A diferença está na embalagem. Apenas os medicamentos genéricos contêm, em sua embalagem, logo abaixo do nome do princípio ativo que os identifica, a frase "Medicamento genérico - Lei 9.787/99". Além dissoo, os genéricos vão passar a ser identificados por uma grande letra "G" azul impressa sobre uma tarja amarela, situada na parte inferior das embalagens do produto. É o que estabelece a Resolução RDC nº 47, de 28 de março de 2001.

5. O medicamento genérico tem o mesmo efeito do medicamento de marca?

Sim. O medicamento genérico têm a mesma eficácia terapêutica do medicamento de marca ou de referência. O medicamento genérico é o único que pode ser intercambiável com o medicamento de referência, visto que foi submetido ao teste de bioequivalência.

6. Quem faz os testes que possibilitam que um produto receba o registro de genérico?

Os testes de equivalência farmacêutica e bioequivalência são realizados em centros habilitados junto à ANVISA. Clique aqui para obter informações adicionais.

7. O que é o teste de equivalência farmacêutica?

Segundo a legislação brasileira, o medicamento genérico deve ser equivalente farmacêutico ao seu respectivo medicamento de referência, ou seja, deve conter o mesmo fármaco, na mesma dosagem e forma farmacêutica. O teste de equivalência farmacêutica é realizado "in vitro" (não envolve seres humanos), por laboratórios de controle de qualidade habilitados pela ANVISA.

8. O que é o teste de biodisponibilidade?

A biodisponibilidade relaciona-se à quantidade absorvida e à velocidade do processo de absorção do fármaco liberado a forma farmacêutica administrada. Quando dois medicamentos apresentam a mesma biodisponibilidade no organismo, sua eficácia clínica é considerada comparável.

9. O que é o teste de bioequivalência?

O teste de bioequivalência consiste na demonstração de que o medicamento genérico e seu respectivo medicamento de referência (aquele para o qual foi efetuada pesquisa clínica para comprovar sua eficácia e segurança antes do registro) apresentam a mesma biodisponibilidade no organismo. A bioequivalência, na grande maioria dos casos, assegura que o medicamento genérico é equivalente terapêutico do medicamento de referência, ou seja, que apresenta a mesma eficácia clínica e a mesma segurança em relação ao mesmo.

10. O que é princípio ativo?

É a substância existente na formulação do medicamento, responsável pelo seu efeito terapêutico. Também denomina-se fármaco.

11. Como devem atuar os médicos, no momento da prescrição da receita?

A prescrição com a denominação genérica do medicamento é obrigatória somente no serviço público (SUS). Nos demais casos, ficará a critério do profissional responsável, podendo ser realizada sob nome genérico e/ou comercial.

12. O médico pode proibir a troca do remédio de marca pelo medicamento genérico?

O profissional poderá restringir a substituição do medicamento de referência pelo genérico (intercambialidade); todavia, esta orientação deverá ser escrita de próprio punho, de forma clara e legível.

13. Se na farmácia não tiver o medicamento genérico, como o usuário deve proceder?

O usuário deve solicitar ao farmacêutico orientações quanto à substituição do medicamento, conforme a prescrição, ou procurar outro estabelecimento que possua o medicamento genérico prescrito.

14. Qual a vantagem de comprar o medicamento genérico?

Pela comprovação da boa qualidade do medicamento genérico, atestado pela ANVISA, e pelo menor custo, em relação ao medicamento de referência.

15. Por que a compra do medicamento pelo princípio ativo fará baixar o preço do medicamento?

Os fabricantes de medicamentos genéricos não necessitam fazer investimentos em pesquisas para o seu desenvolvimento, visto que as formulações já estão definidas pelos medicamentos de referência e que servirão de parâmetro para a fabricação. Outro motivo a ser considerado diz respeito ao marketing. Os fabricantes de medicamentos genéricos não necessitam fazer propaganda, pois não há marca a ser divulgada.

16. É preciso receita médica para comprar um medicamento genérico?

Sim. Qualquer medicamento, exceto os de venda livre, seja de marca, similar ou genérico deve ser vendido mediante prescrição médica. A auto medicação é uma prática perigosa.

17. Em que outros lugares do mundo os genéricos já foram implantados? Deu certo?

Os Estados Unidos e muitos países da Europa já adotam políticas semelhantes há mais de 20 anos.
O mercado mundial de medicamentos genéricos cresce, aproximadamente, 11% ao ano. Nos Estados Unidos, a participação do receituário de genéricos alcançou cerca de 42% das prescrições. Os EUA, o Japão e a Alemanha representam cerca de 60% do mercado mundial de genéricos, cuja expansão é inevitável.
Os medicamentos vendidos pelo nome do princípio ativo deram tão certo, que o mercado de genéricos representa 72% do receituário médico, nos EUA, a um custo médio de 30% mais barato em relação ao medicamento de marca.

18. As indústrias estrangeiras instaladas no Brasil fabricam mais similares ou genéricos? E as nacionais?

As indústrias farmacêuticas estrangeiras, instaladas no Brasil, fabricam mais medicamento de referência ou de marca, porque fazem pesquisas em grandes centros de alta tecnologia no seu país de origem, com grande capital de giro para investir. No entanto, as referidas indústrias produzem similares e podem produzir genéricos. As indústrias nacionais têm maior produção de medicamentos similares. Atualmente, os medicamentos genéricos já fazem parte da produção nacional.

fonte: Anvisa.gov.br



AUTO MEDICAÇÃO

As maiores incidências de problemas com auto-medicação estão ligados à intoxicação e às reações de hipersensibilidade ou alergia manifestada por pequena irritação.

Em algumas situações ou em determinados pacientes estas complicações podem ser fatais, mas o normal é o agravamento de doença .

É que o uso do medicamento sem acompanhamento médico pode esconder alguns sintomas e algum tempo depois a doença volta a se manifestar de forma mais grave.

Por outro lado, quando o consumidor negligencia no tratamento, reduzindo ou interrompendo o uso do medicamento antes de atingir a dosagem e o tempo de tratamento prescritos pelo médico, pode-se ter o aparecimento de outras doenças devido ao agravamento da primeira. Exemplo: um simples resfriado, por exemplo, pode transformar-se em pneumonia.


Fonte: Secretaria do Estado Saúde - DF